Em relação a este post, e esquecendo o humor fantástico e sempre actual do Luís Afonso, ficam duas questões:
1. Que legitimidade tem a igreja para defender o não à descriminalização da interrupção voluntária da gravidez (aborto para os mais sensíveis), quando não concorda com nenhum método contraceptivo?
1. Que legitimidade tem a igreja para defender o não à descriminalização da interrupção voluntária da gravidez (aborto para os mais sensíveis), defendendo a vida (a existir) quando não concorda com uso do preservativo, podendo provocar indirectamente a morte da pessoas através da transmissão do HIV?
Só mesmo, como diz o Luís Afonso (no post anterior), criminalizando as relações sexuais…