A ler… sem falta…

A Incoerência levada ao extremo (Avenida Central)

«João Miranda, no Blasfémias, >escreveu em Outubro, a propósito do financiamento do Teatro Plástico:
«Trata-se de dinheiro pago pela população em geral, o que inclui os mais pobres, para subsidiar uma actividade promovida pelas “elites” a que só assistem os membros das mesmas “elites”. Qual é exactamente o valor de esquerda que é promovido com este tipo de subsidiação?»
O mesmo João Miranda escreve isto sobre o Museu Salazar:«Mais de 30 anos após o 25 de Abril há quem queira negar a outros o direito de abrir um museu.»
João Miranda já não quer saber do dinheiro pago pelo população em geral, incluindo os filhos de pessoas mortas e torturadas por Salazar, para subsidiar um espaço que, sem verdade histórica, servirá para idolatrar um ditador.»

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