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Uma investigadora do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, Maria João Guia, estudou as relações entre imigração e criminalidade e concluiu que «os estrangeiros não são mais criminosos do que os portugueses». [link]
«O ministro português Fernando Teixeira dos Santos, é considerado pelo jornal britânico "Financial Times" (FT) como o pior ministro das Finanças entre os 19 países da União Europeia (UE) analisados. O fraco desempenho da economia nacional e o baixo perfil europeu justificam a escolha.» [link]
Existem títulos de notícias (como o caso referi no post anterior) que são tudo menos de notícias e outros que levam mesmo ao engano, e que apenas demonstram desconhecimento da realidade.
Na situação actual da primeira liga nacional de futebol, surpreendente seria se acontecesse ao contrário…
Tem toda a razão o Jorge Ferreira quando refere, no seu Tomar Partido que o título desta notícia do público ("Manifestação dos professores terminou sem incidentes") diz tudo. Diz tudo, pelo menos, sobre a forma como o governo tem conseguido controlar a comunicação social e a tentativa de dar a entender (subliminarmente) que quem está contra este governo está contra os interesses nacionais.
«Portugal surge em 26º lugar numa classificação dos sistemas de cuidados de saúde em 31 países europeus, divulgada em Bruxelas pela organização "Health Consumer Powerhouse", que sublinha o deficiente acesso aos tratamentos e tempo de espera.» [aqui]
Isto é que (também) nos devia realmente preocupar. Temos um quadro legislativo relativamente á saúde que é, e isto é aceite por muitos, dos melhores enquadramentos mundiais. Temos óptimos profissionais. Temos em muitos dos casos, as tecnologias mais avançadas.
Contudo, a aplicação prática é que causa problemas. O principal problema passa pela dificuldade de aceder aos serviços, ao elevado (e demasiado) tempo de espera que os "clientes" do Sistema Nacional de Saúde têm que enfrentar.
Ainda ontem soube duma situação de um idoso, com cerca de 70 anos e problemas cardiovasculares que, pese embora ter sido "carimbado" com a cor amarela, esperou mais de 4 horas para ser atendido. Entrou nas urgências ás 12 horas e chamaram-no depois da 16. Sem almoço… É um caso como muitos outros conhecidos.