quem fala assim não é gago…

Segundo Mariano Gago, quase todos os profissionais com formação superior entram no mercado de trabalho durante o ano seguinte ao termo da sua licenciatura. “O número de profissionais que sai dos cursos superiores todos os anos para o mercado de trabalho não chega e são todos absorvidos pelo mercado”, disse o ministro à Renascença. O ministro reconhece no entanto que o emprego encontrado fica muitas vezes aquém das expectativas: “É verdade que muitas vezes, e muitos jovens sentem isso, o primeiro emprego não é aquele que gostariam de ter”, ressalvou, frisando logo de seguida que, “ao fim de um ano de saídas do ensino superior”, não existe “ninguém desempregado”. [link]

…mas é mentiroso, e não é pouco.

II Simpósio Nacional: Desafios do Profissional de Serviço Social

VER AQUI O PROGRAMA

Simpósio aberto a Técnicos Superiores e Estudantes das áreas de Serviço Social, Intervenção Social e Comunitária, Trabalho Social, Sociologia, Educação Social, Aconselhamento Psicossocial, Psicologia e a todos os Agentes Sociais que intervêm no campo do Serviço Social

INFORMAÇÕES/ INSCRIÇÕES E RESERVAS
Tel. / Fax. 22 203 30 46 – Telm. 96 76 48 777 – 91 63 70 357 – 93 654 35 36
E-mail: geral@cmstatus.org

Colóquio “Agressividade Infantil e Juvenil”

Via Serviço Social: Colóquio “Agressividade Infantil e Juvenil”

Colóquio “Agressividade Infantil e Juvenil”
Centro Social de Valado dos Frades
11 de Abril de 2008 – 21.30H

PAINEL

Dra. Carla Mingote
Sociologa – Equipa de Tratamento de Caldas da Rainha do CRI Oeste

Dra. Catarina Góis
Coordenadora do Projecto “Boa Onda”

Dra. Fernanda
Assistente Social – Directora Centro Social Valado dos Frades

Dr. Jacinto Remigio Meca
Juiz-Desembargador – Tribunal da Relação de Coimbra

Dra. Sara Diogo Santos
Médica Pediatra – Centro Hospitalar de Caldas da Rainha

Entrada Gratuita

Colaboração:
Agrupamento de Escolas da Nazaré
Centro Social de Valado dos Frades

Organização:
Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola de Valado dos Frades

Assino por baixo…

O acompanhamento será um factor de humanização dos hospitais e que pode contribuir para a tranquilidade e estabilidade emocional do doente, o que permitirá a melhoria dos serviços, disse o deputado João Semedo. Médico de profissão, João Semedo considera que “tudo funciona melhor se ao lado do doente estiver um familiar”.

“Uma das questões essenciais no serviço de urgência é a tranquilidade do doente, e a presença de um familiar ou amigo é um óptimo contributo para haver menos razões de queixa das urgências”, observou. [link]

Obviamente, e como o mesmo refere, poderá existir a necessidade de reestruturar os locais para permitir este “acréscimo” de pessoas nos serviços, mas para tal poderá ser aproveitada as necessárias obras a realizar nos serviços.

Tendo em conta o tempo de espera que, muitas vezes, os clientes do Serviço Nacional de Saúde têm que enfrentar, permitir o acompanhamento de um familiar, é uma forma de possibilitar um serviço com maior humanidade, permitindo uma espera menos angustiante.