Pormenores…

Como diria a Rita Guerra, até poderão ser “pormenores sem a mínima importância”, mas não deixa de ser curioso que o blog do Grupo de Relações Internacionais da Associação de Profissionais de Serviço Social [http://grinapss.blogspot.com/] não apresente nenhuma ligação para a página da Associação de Profissionais de Serviço Social [http://apss.home.sapo.pt/].

Pelo menos, por uma questão “institucional”…

É verdade que o contrário também acontece, mas sobre a actualização da página da APSS não há muito a dizer… é como a própria actualização…

Amanhã, estarei atento…

… à declaração de vitória de António Costa, e à forma como começará a campanha para as autárquicas de 2009 (com estabilidade é mais fácil?);

… aos comentários de José Sócrates, e à forma como irá dar a volta a um fraco resultado de António Costa (a situação era complicada?);

… ao discurso de Marques Mendes e à forma como o mesmo reagirá à derrota de Fernando Negrão (a culpa é do Carmona?);

… às reacções dos adversários internos de Marques Mendes, visto que irá começar amanhã, a campanha para as eleições do novo presidente (alguém para além de Menezes? e o que dirá Ferreira Leite?);

… às declarações de Telmo Correia e Paulo Portas, e às tentativas de justificação de não conseguirem o que conseguiu Ribeiro e Castro (perseguição política?);

… ao discurso de Helena Roseta (a independente partidária), e à tentativa de abertura de portas (depois de dizer que não aceitaria) para uma coligação pós-eleitoral (estabilidade para Lisboa?);

… à declaração de Carmona Rodrigues (sou um coitadinho, mas consegui? afinal o meu trabalho não foi tão mau?);

… às reacções de todos os anteriores face à vitória esmagadora da abstenção (a culpa será de todos menos deles?);

… às diferentes justificações de “vitória” dos restantes candidatos (blá, blá, blá?);

 

Pelos vistos, funciona…

«A realizar abortos a pedido da mulher desde o mês passado, a Maternidade Alfredo da Costa já viu algumas gestantes desistirem da intervenção e prosseguirem com a gravidez devido ao período de reflexão imposto pela lei.

«Só a meu cargo já houve quatro ou cinco casos de mulheres que, depois do período de reflexão e em função da sua própria situação, acharam que preferiam continuar a gravidez» contou à agência Lusa a directora do serviço de Obstetrícia da Maternidade Alfredo da Costa (MAC), em Lisboa.»

[…] [aqui]

 

Provavelmente, são quatro ou cinco mulheres/casais que não recorreram à prática do aborto clandestino…

MAV