… ou os momentos em que os títulos são suficientes.
- CML: Carmona «realmente independente» quer maioria absoluta
- Portugal despede-se da temporada com um empate no Kuwait
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… ou os momentos em que os títulos são suficientes.
MAV
A selecção Nacional está, neste momento, a defrontar a sua congénere do Kuwait (no record diz Koweit). Ou melhor, a defrontar (infelizmente ainda 0-0, quase no intervalo) a equipa do Al Salmiya.
Não conhecia esta regra da FIFA que permite às federações nacionais, nomear uma equipa nacional para a representar, contando para as estatísticas do futebol mundial, desde que joguem apenas com jogadores nacionais (ou com passaporte desse país, para ser mais exacto).
Não sabia e, ao ter conhecimento deste facto, não pude deixar de o extrapolar para a realidade nacional. Pelo pouco que li, esta situação foi encarada com (alguma) normalidade (dentro da anormalidade do facto), mas, o como seria esta situação em Portugal?
Imaginemos que, a Federação Portuguesa de Futebol solicitava ao Sporting Clube de Portugal, ou ao Sport Lisboa e Benfica, que representa-se a selecção nacional, num jogo contra, por exemplo, o Brasil. O que diriam os comentadores portugueses, os crónicos (e cromos) da bola nacional?
Seriam, certamente, arrochadas a tordo e a direito…
Fica, pelo menos, da equipa eleita não poder ser o Marítimo…
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O Anónimo » Contra os referendos ao aeroporto por JM Coutinho Ribeiro
«Antes de ser um problema político, a localização do novo aeroporto é uma questão técnica. Qual o local que menos prejudica o ambiente? Qual o local que permite uma maior capacidade de ampliação futura? Qual o local que permite maior trânsito de aviões? Qual a opção mais barata? Qual a que menos prejudica a segurança das populações? Que local permite um melhor aproveitamento das estruturas existentes? Qual a que melhor serve os interesses de outras regiões que têm aeroportos e das que os não têm? Pois bem. Não sei responder a nenhuma destas questões. E presumo que a larga maioria dos portugueses também não. Logo, o voto que se fizer no referendo será o voto de quem está ou não está com a obstinação do governo nesta questão, ou com as trapalhadas da oposição.»
MAV
Lê-se no Jornal de Notícias de hoje [aqui] que
«Só os alunos que não reprovem até ao fim do ensino secundário é que terão direito ao título de propriedade do computador portátil, atribuído a todos os que se inscreverem em Setembro no 10º ano.».
Fico espantado com os conhecimentos informáticos dos nossos governantes. É que eu pensava que, um computador, desde que não seja actualizado nos seus componentes, tem um determinado limite de vida, que não vai muito além dos 3/4 anos de idade… pelo menos de forma a que mantenha a capacidade de funcionar com os novos softwares que vão surgindo no mercado…
MAV