… ou os momentos em que os títulos são suficientes.
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Social Worker, Consultancy & Training
… ou os momentos em que os títulos são suficientes.
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Os assobios dos adeptos belgas durante o hino nacional… e os comentadores nada referiram.
E se fosse ao contrário?
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… ou os momentos em que os títulos são suficientes.
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O Diário de Notícias (pelo menos) avança hoje com a informação de que «O Tribunal de Contas (TC) detectou despesas públicas irregulares num valor superior a 700 milhões nas auditorias realizadas no ano passado.» [via].
O governo, na pessoa do ministro Teixeira dos Santos, confrontado com esta informação começa por desvalorizar a mesma, visto que os 700 milhões dizem respeito a «1 por cento do total da despesa do sector público administrativo» [via].
Uma ninharia portanto, esses 700 milhões de euros…
Se Teixeira dos Santos ficasse por aqui, ainda davamos um desconto, mas a verdade é que o mesmo complementa esta desvalorização, referindo que nem todas estas despesas foram realmente ilegais, visto que exitem «divergências entre os serviços do Ministério das Finanças e o TC quanto à interpretação jurídica»[via].
Ou seja, a culpa destas despesas irregulares não é do Estado nem de quem as ordenou e aprovou, mas sim, pura e simplesmente, da lei em vigor… Pois claro…
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Permitam-me lançar aqui uma pequena pergunta hipotética…
Imaginemos, como parece que vai acontecer, que António Costa e o PS ganham as intercalares para a Câmara Municipal de Lisboa, mas sem a maioria que os mesmos desejam. Para além desse facto, todos os restantes candidatos (pelo menos os mais importantes – digamos que Carmona Rodrigues, Fernando Negrão, Telmo Correia, Helena Roseta, Sá Fernandes e Ruben de Carvalho) teriam uma votação que permitiria, se coligados com o PS, governar a Câmara de Lisboa com maioria absoluta.
A pergunta é simples, e sem interesses partidários se possível…
Qual seria a ordem de opções para a coligação por parte do PS?
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Misericórdias mostram-se à Saúde (Jornal de Notícias)
«Mostrar ao Estado que dispõem das melhores condições para responder aos desafios de apoio social e de saúde é o objectivo das Misericórdias portuguesas, que a partir de hoje se reúnem no seu VII congresso nacional, em Braga. Um encontro centrado na “Modernidade e boas práticas”, mas cuja linha é claramente a da viragem da função das Misericórdias para a saúde, nomeadamente no que toca aos cuidados continuados. Habituadas a lidar com o Ministério do Trabalho da Solidariedade Social, as Misericórdias viram-se agora convidadas a colaborar com o Ministério da Saúde, como parceiro fulcral na implementação da Rede de Cuidados Continuados Integrados (RCCI), um desafio para o qual a maioria não estava preparada. Destinada a acolher doentes que precisam de apoio de convalescença e reabilitação, mas não necessitam de internamento hospitalar, a Rede tem como público maioritário os idosos, esses sim, área privilegiada de intervenção das Misericórdias.»