As “Minhas” Notícias do Dia (17.04.07)



Aborto: lei é publicada hoje em Diário da República (Diário Digital)

«A alteração da lei que permite a interrupção voluntária da gravidez nas primeiras 10 semanas foi hoje publicada em Diário da República, tendo o Governo a partir de agora 60 dias para a regulamentar.»

Tristeza é sinal de alerta para detectar a depressão (Jornal de Notícias)

«A tristeza é o sintoma mais recorrente para diagnosticar a depressão. Assim o consideram 76,4% dos 250 médicos de Clínica Geral (150) e de Psiquiatria (100) que colaboraram no estudo elaborado pelo psiquiatra do Hospital de Santa Maria, João Miguel, divulgado ontem na Suécia.»


Abono de família abrange menos 100 mil desde 2002 (Diário de Notícias)

«Os novos valores do abono de família passam a variar entre um mínimo de 32, 28 euros (para as crianças até um ano de idade e filhas de famílias mais ricas) e um máximo de 130,62 euros, a que têm direito as crianças mais pobres entre as pobres.»

As “Minhas” Notícias do Dia (16.04.07)

Abono de família aumentou entre 3,1% e 2,6% a partir da Janeiro (Jornal de Notícias)

«As prestações familiares, como o abono de família para crianças e jovens, aumentaram entre 3,1 e 2,6 por cento a partir do dia 1 de Janeiro, de acordo com uma portaria hoje publicada em Diário da República.»

Associação propõe boas práticas para as forças policiais lidarem com cidadãos LGBT (Público Online)

«A associação dos direitos dos homossexuais ILGA (International Lesbian and Gay Association) Portugal quer que as esquadras policiais tenham agentes designados especialmente para lidar com crimes contra homossexuais e quer que o Estado crie linhas telefónicas dedicadas à denúncia de incidentes homofóbicos.»

Misericórdias serão o parceiro que se segue no negócio (Diário de Notícias)

«Na central de compras que os hospitais públicos estão a criar, todos os que quiserem aderir são bem vindos. Até mesmo prestadores de cuidados que não integrem o Serviço Nacional de Saúde. As Misericórdias serão muito em breve o próximo parceiro de negócio.»

Palavras dos Outros (i)

Compromisso Cívico para a Inclusão
Margarida Corrêa de Aguiar
4R – Quarta República

«O Presidente da República promoveu ontem uma conferência subordinada ao tema “Compromisso Cívico para a Inclusão”, no âmbito do Roteiro para a Inclusão. Estas duas iniciativas tiveram o grande mérito de mostrar as magníficas obras de solidariedade social que existem por este País fora, os exemplos de mobilização de vontades e de recursos, as provas de responsabilidade e empenho, a extraordinária generosidade de tantos portugueses que se reúnem em torno de um objectivo superior: o combate à pobreza e exclusão social. Tiveram o dom de também evidenciar que a pobreza é uma realidade esmagadora, que não nos pode deixar indiferentes.

Estas iniciativas ocorreram num momento em que há uma consciência cívica e política e em que existe um sentimento generalizado e consensualizado de que o País necessita de “voltar de página”. A prioridade do investimento deve agora centrar-se na competitividade e na coesão social. Acabou o tempo e a “febre” dos investimentos em maciças infra-estruturas, muitas delas faraónicas, totalmente desadequadas das realidades económicas e sociais locais, sem qualquer viabilidade de sustentabilidade. Acabou, por assim dizer, o tempo da “quantidade”, agora é preciso trabalhar para a “qualidade”.
A pobreza e a exclusão social são a outra face da moeda do progresso e da modernidade. Sabemos que a erradicação da pobreza só será possível com crescimento económico e com ganhos sustentáveis na qualificação. Mas enquanto tal não acontece – como não tem acontecido no passado ido e mais recente – é fundamental que os governos se empenhem eficazmente em políticas sociais activas que fomentem a inclusão.
A situação da pobreza em Portugal é dramática. As estatísticas mais recentes do Eurostat apontam para que em Portugal cerca de 20% da população esteja em risco de pobreza, ou seja, mais de dois milhões de portugueses estão abaixo do limiar de pobreza. E grande parte das famílias pobres tendem a permanecer nesta situação por longos períodos de tempo, o que revela a existência de problemas estruturais graves, pese embora o crescente aumento da despesa social, através das crescentes transferências sociais do Orçamento de Estado e do aumento das pensões, quer na base – mais beneficiários – quer em montante médio disponível.
Segundo um estudo apresentado pelo Prof. Carlos Farinha Rodrigues sobre distribuição do rendimento, desigualdade e pobreza em Portugal – apresentado na Conferência ontem realizada – Portugal tem o índice de desigualdade mais elevado da Europa e a distância que separa o rendimento médio dos 20% dos mais pobres do rendimento médio dos 20% dos mais ricos está acima da média europeia, ou seja 8,2 vezes mais em Portugal contra 4,9 vezes mais na União Europeia! Ainda segundo o mesmo estudo, no conjunto da União Europeia, as transferências sociais permitiram reduzir a taxa de pobreza de 26 para 16%, enquanto que em Portugal só permitiram passar de 26 para 20%!

O papel desempenhado pela solidariedade social num quadro tão desolador ganha uma relevância acrescida. Por isso somos todos chamados a contribuir para lutar contra a chaga social da pobreza, cada um e todos de acordo com a sua disponibilidade e os seus talentos e saberes, na certeza de que também no voluntariado temos que ser capazes de nos organizar de uma forma estruturada, para sermos mais produtivos e para que a nossa generosidade se concentre no essencial – as pessoas – e não se perca num mar de problemas de gestão e de organização.»

As “Minhas” Notícias do Dia (15.04.07)



Apoios do Estado contra pobreza são pouco eficazes em Portugal (Jornal de Notícias)

«Em Portugal, 20% da população está abaixo do limiar de pobreza. Mesmo depois de aplicadas várias medidas de apoio social, o nosso país “continua a ser dos maiores, na União Europeia, com níveis de desigualdade”. O alerta foi feito ontem por Carlos Farinha Rodrigues, investigador e docente no Instituto Superior de Economia e Gestão, que apresentou um estudo, no final do roteiro presidencial pela inclusão, com dados de 2005 sobre a distribuição do rendimento, a desigualdade e a pobreza em Portugal. O responsável sublinhou que, nos últimos 20 anos, Portugal “manteve os níveis de pobreza acima da média europeia” (20% contra 16%, respectivamente). Já a taxa de desigualdade está, também, acima da média europeia 41% contra 31%.»

Imigrante ilegal ganha processo a patrão (Diário de Notícias)

«Cvasciuc Joan Samir é um romeno que, mesmo estando ilegal, travou e ganhou no Tribunal do Trabalho de Ponta Delgada (TTPD) um litígio com a empresa de construção civil José Augusto Dias, de São Miguel. O servente de pedreiro está em situação semelhante à que estava há cerca de dois meses – quando a denúncia foi feita pelo DN – um outro romeno, Constantin Puiu Andriesanu.»

E agora José? (ii)

Numa pequena viagem pela bogosfera portuguesa, cheguei até ao Braganza Mothers e dei de caras com este post…Pelos vistos, o diploma de Sócrates (de 1996) tem o número de telefone “218361900” e o fax “218361922 e o código postal “1800-255″…

O problema é que os indicativos por “2” só surgiram em 1999 e os códigos-postal “XXXX-XXX” em 1998

Mais um lapso?
Estaria a UnI avançada no tempo?
Seria por isso que Sócrates a escolheu?

Não serão já erros e lapsos a mais para o mesmo assunto?

E AGORA JOSÉ?