finalmente, começa-se a falar disto…

Sobre as Comissões de Protecção de Crianção e Jovens em Perigo:

«"Cada uma destas instituições tem total liberdade para escolher o elemento de acordo com critérios próprios e sem ter que os explicar" afirmou Paula Cristina Martins, professora e investigadora do Instituto de Estudos da Criança, da Universidade do Minho.»

Entretanto, continua-se à espera que, mais do que se falar em intenções e medidas avulsas que alterem as lógicas de funcionamento das CPCJ’s, se faça uma remodelação global da legislação de suporte das mesmas. Para que estas (verdadeiramente) possam funcionar.

2 Comments

  1. estou completamente de acordo consigo ,porque estamos vivendo um inferno , depois que nos foi retirado o menor , pois acaba de fazer 16 meses que ele está com a progenitora , e a CPCJ não faz absolutamente nada , estando ele a viver no meio de alcoólicos que partem tudo em casa , se agridem mutuamente , e o menor está assistir a tudo isso , e não só ,os maus tratos psicológicos que ele está a viver são terríveis , e não á solução á vista ,o menor é que esta a ficar marcado para toda a vida , mas a CPCJ está a dar muito apoio á mãe, isso nos foi dito , pessoas que não estejam capacitadas para assumir os cargos que ocupam que se retirem isto da CPCJ é só palhaçada .

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