Organização e Gestão da Qualidade nas Respostas Sociais

(c) http://www.reapn.org/O Núcleo Distrital de Leiria, organiza no próximo dia 10 de Setembro, no Instituto Português da Juventude de Leiria, uma acção de formação sobre a “Organização e gestão da qualidade nas respostas sociais”.

As inscrições estão abertas até ao dia 5 de Setembro.

Mais informação aqui

Espaço Informativo – Actualizado

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Correio da Manhã

Diário de Notícias

Diário Digital

Portugal Diário

Público.Pt

Sol

16/08/07 às 19:15 – Actualizado

Wikicensura…

 (C) http://www.mediazone.info/No passado dia 9 de Agosto, na entrevista que Mário Soares deu ao Diário Económico, falou-se da arrogância do governo do Eng. Técnico José Sócrates. Para além disso, muito se tem falado da folclorização dos eventos promovidos por este mesmo governo.

Contudo, parece que estamos a ir um ainda mais longe…

O Vasco Carvalho, do Zero de Conduta, aproveitando um novo programa que permite descobrir de onde são feitas determinadas alterações na Wikipédia, colocou a si mesmo uma questão:

Terá existido alguma tentativa de apagar da Wikipédia afirmações menos favoráveis ao Governo?

Pelos visto não existiu uma tentativa… foram várias, como podemos ver aqui.

Será desta que desce o Mondego?

A BOMBA sobre o Apito Encarnado pode ser descarregada AQUI.
27 Páginas com o timbre da Polícia Judiciária que revelam o verdadeiro sistema do futebol português.
Promete ser um “best seller” e ao que parece nem foi preciso envolver “o D. Quixote”…

Portugal, Um Retrato Social

(c) http://www.rtp.pt/“Portugal, um Retrato Social”, um programa, ou se quiseremos, um documentário  da autoria de António Barreto com a realização de Joana Ponte, foi apresentado na RTP durante este ano de 2007.

Este trabalho pretendeu ser um retrato do nosso país. Um retrato da sociedade contemporânea. É um retrato de grupo: dos portugueses e dos estrangeiros que vivem connosco. É um retrato de Portugal e dos Portugueses de hoje, que melhor se compreendem se olharmos para o passado, para os últimos trinta ou quarenta anos.

Dividido em 7 diferentes episódios (que a seguir se descriminam), “Portugal, um Retrato Social” terá sido, na minha opinião, um dos trabalhos mais bem elaborador e produzidos no nosso país sobre a evolução da sociedade portuguesa nos últimos 60 anos. O facto de ter o cunho de António Barreto, não será estranho a este sucesso…

Por esse motivo, e enquanto o DVD não está disponível, ficam aqui as sinopses dos diferentes episódios e as ligações para os mesmos…

Gente diferente: Quem somos, quantos somos e onde vivemos

Os portugueses são hoje muito diferentes do que eram há trinta anos. Vivem e trabalham de outro modo. Mas sentem pertencer ao mesmo país dos nossos avós. É o resultado da história e da memória que cria um património comum. Nascem em melhores condições, mas nascem menos. Vivem mais tempo. Têm famílias mais pequenas. Os idosos vivem cada vez mais sós.

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Ganhar o pão: O que fazemos

O trabalho mudou muito nestas últimas décadas. A maioria dos portugueses trabalha nos serviços. Poucos trabalham na agricultura e ainda menos nas pescas. Muitos emigraram. As mulheres são metade das pessoas que trabalham, o que é uma grande diferença com o passado recente. Com a integração europeia, a economia portuguesa fez uma grande mudança. Todos vivem melhor, mas há muitas empresas que não conseguiram adaptar-se às novas condições

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Mudar de vida: O fim da sociedade rural

A sociedade contemporânea, urbana, era ainda há pouco tempo rural. Mudou muito depressa. Muitos portugueses emigraram, a maior parte saiu das aldeias e foi viver para as cidades e para o litoral. O campo está despovoado. As cidades cresceram. As estradas aproximaram as regiões. Nas áreas metropolitanas, organizou-se uma nova vida quotidiana. Há mais conforto dentro das casas, mas as condições de vida nas cidades são difíceis.

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Nós e os outros: Uma sociedade plural

Há quarenta anos, havia só um povo, uma etnia, uma língua, uma cultura, uma religião e uma política. Hoje, Portugal é uma sociedade plural. Primeiro a emigração e o turismo, depois a democracia, finalmente os imigrantes estrangeiros, fizeram de Portugal uma sociedade aberta. Falam-se todas as línguas, reza-se a todos os deuses, há todas as convicções políticas. Os Portugueses aprendem a viver com os outros.

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Cidadãos

Com a sociedade aberta, a democracia, a integração europeia e o crescimento económico, os Portugueses são hoje cidadãos plenos pela primeira vez na sua história. Têm os direitos políticos e sociais e as respectivas garantias. As mulheres são iguais aos homens. Mas a justiça, que deveria acompanhar este progresso e adaptar-se à nova sociedade, tem dificuldades em garantir os direitos dos cidadãos.

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Igualdade e conflito: As relações sociais

As famílias portuguesas têm hoje mais rendimentos e mais conforto. Em vinte ou trinta anos, o bem-estar melhorou mais que nos cem anteriores. Cresceram as classes médias. Desenvolveu-se a sociedade de consumo de massas. O comércio, as modas, a escola, a televisão e a cultura fazem uma sociedade onde todos parecem iguais. Mas subsistem diferenças muito importantes de classes, de poder económico, de geração, de sexo e de região.

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Um país como os outros: A formação de uma sociedade europeia

Portugal já não se distingue, na Europa, como o país da ditadura, da pobreza e do analfabetismo. Embora ainda atrasado, os Portugueses são hoje cidadãos livres e têm acesso aos grandes serviços do Estado de Protecção Social. A educação, a segurança social e a saúde são para todos. Mas ainda há insuficiências, corrupção e desperdício. E deficiências na saúde, na educação, na segurança social e na justiça

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Quer Voltar ao Século XIX?

Pelos vistos, a culpa de ter existido alguns reclusos que fugiram do estabelecimento prisional (EP) de Guimarães, não é da falta de condições do mesmo nem do facto de ser um EP em que apenas estão detidos reclusos que não pressupõem (à partida) necessidade de elevada supervisão.

A culpa, pelo menos para João Gonçalves (do Portugal dos Pequeninos), é do facto de existirem profissionais da área da psicologia, sociologia e assistência social nos EP’s que, segundo o mesmo estão a substituir o direito, a política criminal e a pena…

Até concordo com ele quando refere que deveriam existir, nesses estabelecimentos, (mais) profissionais com formação especializada. Mas o problema (para João Miranda), é que a existirem esses profissionais, iriam contra aquilo que o mesmo parece defender.

A época da pena como fim em si mesmo, no âmbito da criminologia, acabou no final do século XIX.

Curiosamente, e como não poderia deixar de o fazer, João Miranda considera que:

[…] que o regime (por causa dos complexos antifascistas e de outras questões mal resolvidas) ainda não encontrou o equilíbrio em sede de política criminal e de execução de penas.

Só por curiosidade, permita-me recordar-lhe que a Reforma Prisional de 1936 criou, no âmbito dos estabelecimentos prisionais de maior população a categoria profissional dos assistentes e auxiliares sociais, sendo que estes deveriam “proceder a inquéritos acêrca dos reclusos, a acompanhar estes na sua vida prisional e a velar por êles depois de colocados em liberdade definitiva ou condicional”. Estes profissionais deveriam ter formação, preferencialmente, na área social…

Nota Final: “assistência social” é um termo em desuso desde a década de 50…