
Ainda bem que conseguiram mudar o tema de “Ota vs Poceirão” para “Ota vs Deserto da Margem Sul“.
Mas foi tão rápido tão rápido, que no spot promocional só alteraram no início e na página do programa [aqui] ainda lá está o Poceirão.
MAV
Social Worker, Consultancy & Training

Ainda bem que conseguiram mudar o tema de “Ota vs Poceirão” para “Ota vs Deserto da Margem Sul“.
Mas foi tão rápido tão rápido, que no spot promocional só alteraram no início e na página do programa [aqui] ainda lá está o Poceirão.
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blogue atlântico » Será que ninguém diz nada? por Pedro Marques Lopes
«Todos conhecemos exemplos de medidas, efectivamente, punitivas sem sentença transitada em julgado. O melhor exemplo, aliás, seria o da prisão preventiva. Só que aqui a situação tem contornos políticos que não podem ser escamoteados.»
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… ou os momentos em que os títulos são suficientes.
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«No primeiro dia de candidaturas à categoria de professor titular, a mais elevada da nova carreira, a plataforma que reúne todos os sindicatos do sector estimou que mais de 20 mil docentes fiquem de fora devido ao número limitado de vagas e às restrições do concurso, cujos resultados serão divulgados no final de Julho.» [aqui]
Sobre as questões relacionadas com as restrições do concurso, e na globalidade, considero que existirá razão por parte dos professores. Não terá lógica que, por motivos de doença, qualquer profissional seja impedido de “subir” na carreira.
Já em relação ao número de vagas, a minha opinião é contrária. Obviamente que deve existir um limite no número de vagas. Em praticamente nenhuma outra profissão todos os elementos podem atingir o escalão mázimo. Na própria docência, e se tivermos como base o ensino superior (no qual exerço), só poderão atingir o cargo de Professor Catedrático, um número limitado de docentes de cada faculdade/departamento.
Aliás, começa a existir (todos os anos) uma situação, no âmbito da docência, que considero que demonstra alguma falta de sentido da realidade face aos demais cidadãos. As histórias, de frequência anual, sobre as situações de ausência do lar dos docentes á algo que me incomoda. É que não serão eles os únicos que, para exercerem a sua profissão, viajam para outros locais, mais ou menos perto de casa.
Eu também gostaria de ter uma universidade à porta de minha casa… eu também gostaria de ter faculdades de ciências sociais, que tivessem no curriculum unidades curriculares para eu leccionar… mas como não existem, tenho que me deslocar para os locais onde as há…
MAV
Daniel Oliveira, no seu blog, queixa-se do «tratamento dado pelas televisões aos congressos do CDS e do Bloco de Esquerda» [aqui] evidenciando que «Um abriu os telejornais em directo e foi acompanhado ao minuto, com direito a comentário político. O outro teve o acompanhamento digno de um partido extra-parlamentar.» [aqui].
Tem toda a razão, mas temos que encarar as variáveis em jogo…
Mais do que a transmissão do discurso do líder, o que aconteceu no congresso do PP foi o acompanhamento (muito excessivo, concordo) da nomeação do candidado às intercalares de Lisboa, que Paulo Portas soube utilizar em proveito próprio (não fosse ele oriundo da comunicação social), e promovido ao longo de todo o fim-de-semana.
No caso do BE não existiu propriamente nenhuma novidade, foi um “simples” discurso final de um líder eleito e esperado…
Pelos vistos os marketers políticos do BE estão a perder qualidades e, Paulo Portas é mestre nesta escola…
MAV

Marcelo Rebelo de Sousa sobre a equipa de Fernando Negrão para a Cãmara Municipal de Lisboa…
«É uma equipa para perder»
In: As Escolhas de Marcelo
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