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Social Worker, Consultancy & Training
A equipa estava desfalcada. O capitão, Fernando Gomes, estava lesionado. Casagrande, também não poderia jogar. Mlynarczyk recuperava de outra lesão…
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Faz hoje 20 anos, era eu uma jovem criança de apenas 7 anos de idade, e este dia marcou-me. Ao longo do dia de hoje, deixarei aqui as imagens da grande final de Viena, no Estádio do Prater, que proclamou, pelo primeira vez na sua história, o Futebol Clube do Porto, como Campeão Europeu.
Recordo-me de todos os segundos deste dia (especialmente da hora do jogo): do “desespero da primeira parte”; do desespero ao intervalo dum vizinho que tinha feito uma aposta de 5000$00 (o que na altura era dinheiro) em como o FCP vencia; da cambalhota que um tio meu me fez dar, a seguir ao calcanhar de Madjer; a alegria proporcionada por Juary; e a festa que se seguiu ao apito final em cima duma carrinha de caixa aberta, que muito sinceramente, não sei (nem nunca soube) a quem pertencia…
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EDIÇÃO ESPECIAL “20 ANOS… DE VIENA” neste blog
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EDIÇÃO ESPECIAL “20 ANOS…”
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A ideia que o Pedro Barroso aqui apresenta , e que referi no post anterior, pode parecer que surge como uma brincadeira num momento em que (novamente) estamos imersos num conjunto de justificações a favor e contra a construção no novo aeroporto de Lisboa (NAL) na Ota.
Mas, e para além dos factos apresentados pelo mesmo, se tivermos em conta alguns dos argumentos apresentados, inclusivé, pelos defensores da Ota, poderia ser uma boa hipótese. Refiro-me, por exemplo, a um dos principais argumentos contra a margem sul (e não estou a falar do deserto): o facto da população-alvo deste novo aeroporto estar na margem norte, e acredito que não se referirão exclusivamente aos da região de Lisboa.
Esta situação, e em conjugação com os factos apresentados pelo Pedro Barroso, levaria a uma menor necesidade de aplicação de recursos financeiros para a construção do novo aeroporto, que serviria, duma forma muito mais operacional, a população da zona norte, zona centro e zona da margem sul (a tal do deserto). Ficaria mais longe o Algarve (com um “l”), mas também neste momento estou a 450 km da Portela.
Penso que apenas duas críticas se poderiam coloca, e que têm a ver com os actuais aeroportos e a sua localização.
E teria certamente o apoio de todos aqueles que se insurgiram contra a ideia de um referendo local (em Lisboa) sobre o NAL.
Será altura de falar de um novo aeroporto de Portugal e não do novo aeroporto de Lisboa?
É que o resto já não é paisagem…
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A ideia que o Pedro Barroso aqui apresenta , e que referi no post anterior, pode parecer que surge como uma brincadeira num momento em que (novamente) estamos imersos num conjunto de justificações a favor e contra a construção no novo aeroporto de Lisboa (NAL) na Ota.
Mas, e para além dos factos apresentados pelo mesmo, se tivermos em conta alguns dos argumentos apresentados, inclusivé, pelos defensores da Ota, poderia ser uma boa hipótese. Refiro-me, por exemplo, a um dos principais argumentos contra a margem sul (e não estou a falar do deserto): o facto da população-alvo deste novo aeroporto estar na margem norte, e acredito que não se referirão exclusivamente aos da região de Lisboa.
Esta situação, e em conjugação com os factos apresentados pelo Pedro Barroso, levaria a uma menor necesidade de aplicação de recursos financeiros para a construção do novo aeroporto, que serviria, duma forma muito mais operacional, a população da zona norte, zona centro e zona da margem sul (a tal do deserto). Ficaria mais longe o Algarve (com um “l”), mas também neste momento estou a 450 km da Portela.
Penso que apenas duas críticas se poderiam coloca, e que têm a ver com os actuais aeroportos e a sua localização.
E teria certamente o apoio de todos aqueles que se insurgiram contra a ideia de um referendo local (em Lisboa) sobre o NAL.
Será altura de falar de um novo aeroporto de Portugal e não do novo aeroporto de Lisboa?
É que o resto já não é paisagem…
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