Ainda sobre as declarações de Correia de Campos…
Bloguitica » Tendencialmente quê? por Paulo Gorjão
Social Worker, Consultancy & Training
Partidarização das comissões de menores (Jornal de Notícias)
«A secretária de Estado adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz, afirmou ontem, em Évora, estar preocupada com a partidarização de algumas comissões de protecção das crianças e jovens em risco (CPCJ) e apelou a que se evite esses casos.»
1,2 milhões de crianças traficadas no mundo (Diário de Notícias)
«Mais de 1,2 milhões de crianças são anualmente vítimas de tráfico humano, muitas delas vendidas como escravas, revelou há dias a UNICEF. Quando uma criança – dos 2,2 mil milhões que existem no mundo – desaparece, as possibilidades são inúmeras: fuga, rapto, crime, pedofilia, prostituição. Dúvidas que preocupam milhares de famílias em todo o mundo. É em solidariedade com elas e para recordar todos aqueles cujo destino continua desconhecido que se assinala amanhã o Dia Internacional da Criança Desaparecida.»
Projectos para tirar ciganos da sombra (Jornal de Notícias)
«Se calhar foi sempre uma mulher um pouco à frente do seu tempo. Olga Mariano sorri ao recordar “o burburinho” que a rodeou por ter sido a primeira cigana a tirar a carta, logo que fez 18 anos. Na conservadora década de 60, a sua atitude foi considerada “chocante”.»
DIA: Quarta-feira, dia 23 de Maio de 2007
HORA: Por volta das 20:00
LOCAL: Algures entre Porto e Amarante em plena A4
ACONTECIMENTO: No zapping habitual pelas estações de rádio, apanhei a Rádio Clube Português. Estava a transmitir o relato da final da Liga dos Campeões e foi óptimo voltar a ouvir um relato narrado pelo Fernando Correia…
MAV
DIA: Quarta-feira, dia 23 de Maio de 2007
HORA: Por volta das 20:00
LOCAL: Algures entre Porto e Amarante em plena A4
ACONTECIMENTO: No zapping habitual pelas estações de rádio, apanhei a Rádio Clube Português. Estava a transmitir o relato da final da Liga dos Campeões e foi óptimo voltar a ouvir um relato narrado pelo Fernando Correia…
Nunca visitei a zona onde o Governo da República Portuguesa pertende construir o novo aeroporto de Lisboa, mas por razões familiares, já fui diversas vezes à margem sul do Tejo (sendo que não o fiz a caminho do Allgarve).
Contudo, e desde hoje, tudo farei para que, numa próxima viagem, vá para essas zonas. É que se na margem sul, como refere Mário Lino, «não há gente, não há hospitais, não há escolas, não há hotéis, não há comércio» e, se este é um dos motivos que leva o governo a optar pela Ota, tenho que acreditar que esta zona deve ser um fantástico centro urbano.
Almada
[Concelho situado na margem sul do Tejo, aka "Deserto]
[via Ass. Port. de Aprendizagem Intercultural]
Conhecendo a margem sul como conheço (o tal deserto…), a vida social, cultural, desportiva (entre outros) na Ota, deve conseguir fazer frente a uma qualquer Barcelona ou Paris, e o que será Lisboa comparado com a Ota…
Alenquer
[capital de concelho que tem um frequesia muito desenvolvida chamada "Ota"]
[via Tou Que nem Posso]
Começa-me a espantar que, por exemplo, não existam ministérios na Ota, certamente que todos (ministros, acessores, secretários de estado, acessores dos secretários de estado, respectivos sub, respectivos acessores, motoristas e secretários…) iriam ficar maravilhados, e não aconteceria nada semelhante aos desagrados sentimos e exprimidos quando Santana Lopes optou por mandar alguns ministérios para Braga, Aveiro, Faro, entre outros.
Aliás, e por mim, começava-mos já a fazer uma campanha para promover a Ota a capital de Portugal, de forma a conseguirmos fazer frente a qualquer outra capital europeia, e quem sabe, mundial.
O PSD, Fernando Negrão e Marques Mendes acabam de perder qualquer hipótese, que ainda existisse, de conseguirem uma boa votação nas eleições intercalares para a Câmara Municipal de Lisboa…
Adianto já (salvo qualquer situação mais anormal que ainda possa ocorrer) os parabéns a António Costa pela vitória.
Lê-se na comunicação social de hoje que, como forma de uniformização da utilização dos multibancos na União Europeia, iriamos passar a pagar uma taxa por cada levantamento.
Já não bastaria os lucros que a banca teve com a invenção do multibanco e consequente redução de funcionários, ainda teríamos que pagar taxas para levantar economias nossas, às quais já são aplicadas “n” taxas, inclusivé pela própria banca, com os resultados líquidos que conhecemos.
Mas parece não ser bem assim. Diz a RRenascença (online) que
Após isto, a única coisa que me preocupa é ser uma opinião…
MAV