alguém arranja um computador a pilhas?

No início dos já longínquos anos 80 Rui Veloso falava (ou cantava) sobre os rádios a pilhas. O tempo passou e é agora tempo de estarmos adaptados às novas tecnologias.

A EDP ciente desse facto, aplicou essa fonte de energia aos computadores. Ao que parece, essa mesma empresa, ciente também do facto de alguns clientes ainda estarem sem electricidade, devido à recente tempestade que assolou o país, solicita a todos aqueles que se encontrem nestas condições, o favor de enviar um e-mail a informar dessa situação…

Já agora, recorde-se Rui Veloso.

alteração de regimes jurídicos de protecção social

Decreto-Lei n.º 13/2013. D.R. n.º 18, Série I de 2013-01-25

Ministério da Solidariedade e da Segurança Social

Altera os regimes jurídicos de proteção social no desemprego, morte, dependência, rendimento social de inserção, complemento solidário para idosos e complemento por cônjuge a cargo, do sistema de segurança social

alguma solução para este ministro?

“Deus queira que (os idosos) não sejam forçados a viver até quando quiserem morrer” disse Taro Aso durante uma reunião, em Tóquio, sobre as reformas da segurança social.

Segundo o jornal britânico Guardian, o ministro está a ser alvo de fortes críticas por declarações como: “O problema não tem solução, a não ser que os deixemos morrer, e depressa”.

via Ministro japonês afirma que doentes idosos devem morrer para poupar o Estado – Economia – Jornal de Negócios.

ideologia a quanto obrigas…

O Diplomata avança hoje com uma possível justificação para uma possível causa do interesse francês no que respeita à urgência da intervenção militar que este país está a desenvolver no Mali, e que levou até a França a “esquecer” a resolução da ONU que aprovou uma (outra) intervenção militar nesse país, lá para o início do Outono.

Esse interesse francês para assim estar relacionado com uma empresa francesa, e o interesse desta em explorar uma mina de urânio nesse país, que poderia, rapidamente, cair em outras “mãos” (ler este post do “Diplomata” para mais informações).

Mas centrando em Portugal, acaba por ser curioso a quase ausência de reacções de determinadas forças vivas e políticas deste país em relação a esta intervenção militar unilateral, quando em outras situações foram tão céleres em as criticar. Será uma questão de ideologia? Fosse a França governada por um outro presidente e a (falta de) reacção seria idêntica?