para “meditar”…
Estes dois primeiros meses de 2010 têm sido pródigos em desastres naturais. Primeiro o Haiti, depois a “nossa” Madeira, e agora o terramoto no Chile. Tinha já tido a intenção de deixar esta referência antes, mas tal foi impossível, devido a um conjunto de circunstâncias pessoais e profissionais.
Queria aqui deixar uma citação das palavras de David N. Jones, o presidente da International Federation of Social Workers, sobre aquele que pode (deve!!) ser o papel destes técnicos neste tipo de ocorrências.
Aqui ficam para ler, ponderar e meditar sobre esse mesmo papel e sobre a formação necessária para que o desempenho dessas funções possam ser uma realidade eficaz.
«They are able to contribute to ensuring social-emotional support, helping families and individuals in coping with catastrophes and providing planning and capacity building for family and community recovery, reaching out to and assisting those who are vulnerable.»
uma simples pergunta
Não tenho tido grande disponibilidade temporal para andar por esta blogosfera fora, mas de tudo o que tenho lido e ouvido, apenas me resta uma pergunta:
Quando é que estes “senhores”, PM e PGR incluídos, ganham vergonha e se demitem?
sem comentários
(Público)
A herança socialista
Se eu mudar o nome para "Soares" será que o governo considera a possibilidade de me nomear para a Portugal Telecom?
Sobre o jogo de ontem…
Não sei bem explicar porquê, mas tenho para mim que muitos dos que ontem festejaram a vitória do FCP, ou a derrota do SCB, ainda se vão arrepender…
a comunicação de josé sócrates
A comunicação ao país de José Sócrates, realizada na qualidade de Primeiro Ministro terá sido das coisas mais ridículas e obtusas que já assisti até hoje, pela parte dum alto representante de Portugal.
Apresentado-se como Primeiro Ministro (podia ter feito a comunicação enquanto Secretário-Geral do Partido Socialista ou “mero” cidadão, visto que a cobertura mediática teria sido a mesma), José Sócrates nada disse de novo, e nada disse que levasse as pessoas alterar a opinião que possam ter sobre os factos relacionados com a “alegada” tentativa de controlo de órgãos de comunicação social.
Limitou-se a fazer o que já fez até agora: negar, negar e negar. E, neste momento e face a tantos casos onde, “alegadamente” José Sócrates está envolvido, negar já não chega.
Para além disso, uma comunicação oficial, com o teor (ou a falta dele) como a de hoje, apenas demonstra o buraco onde José Sócrates e o seu governo se estão a meter, cada vez mais fundo e sem possibilidade de voltar ao topo.