Alguém me consegue explicar o objectivo desta escadaria?
Social Worker, Consultancy & Training
«Pela Eutanásia Política» por José Fialho Gouveia, no Albergue Espanhol
Facto 1: Sócrates tem a imagem tão estragada que nem com muitas cirurgias estéticas a coisa irá ao lugar.
Facto 2: Acreditar que o primeiro-ministro ainda tem credibilidade é um pouco como acreditar que no futebol português nunca se passou nada de estranho.
Facto 3: Neste momento, Sócrates dedica grande parte do seu tempo à gestão de danos e a jogos de bastidores. Governar está longe de ser a sua única preocupação.
Pergunta: É pior para o país mudar de primeiro-ministro – ou de Governo – ou continuar com um líder com a imagem em frangalhos, sem credibilidade e que mentiu ao país?
Conclusão: Posso estar enganado, mas, depois de o Orçamento estar em vigor, de o PEC estar negociado e de a situação no PSD estar estabilizada não vejo razão para que não se desligue a máquina a este Governo. Também na política sou a favor da eutanásia.
Mas o mais curioso em tudo isto é, digo eu, o facto de ninguém ter feito nada para que tudo estivesse a acontecer. A existir um culpado, será só um: o próprio José Sócrates.
Não sei se deveremos chamar a isto eutanásia passiva (o que não se enquadra totalmente) ou auto-eutanásia, que será o mesmo que dizer suicídio…
Depois de terminado e despachado (espero eu) uma série de situações pendentes, penso que estarei de volta à bloga com maior assiduidade.
No passado dia 3 de Fevereiro, estive presente no IV Simpósio Nacional "Desafios do Profissional de Serviço Social", que decorreu no Auditório da Junta de Freguesia de Paranhos (quem dera a muitos municípios terem auditórios com as condições deste…) onde abordei a temática da "Pobreza e Exclusão: Desafios para a Intervenção Social".
Enquadrado nessa lógica, apresentei um projecto no qual estou envolvido e que convido todos a conhecer e a participar: o Movimento Comunidades de Vizinhança [página].
Na minha página pessoal, na secção de ‘comunicações e posters‘, está disponível a apresentação realizada.
Como forma de combater a crise, e garantir a sustentabilidade, a médio e longo prazo do seu sistema de pensões, o governo Espanhol prepara-se para aumentar a idade da reforma dos 65 para os 67 anos.
Em Portugal, e face ao aumento da esperança média de vida, à entrada cada vez mais tardia no mercado de trabalho e ao envelhecimento constante da população, quando haverá coragem política para tomar esta necessária e urgente medida?
Socorrendo-me das informações apresentadas pelo Gabriel Silva, a previsão no OE 2009 para o défice era de 2,2%, sendo que em Janeiro de 2009 essa previsão já tinha passado para os 3,9%. Em Maio, continuou a sua escalada e já se previa 5,9%.
Em Junho de 2009, Teixeira dos Santos dizia que estava em condições de garantir estes 5,9%. Contudo, chegamos a Dezembro (que é como quem diz, passa o período eleitoral) e a previsão cresce para 8,3%. Assim, obviamente, o valor “final” é de 9,3%.
Qual a justificação? A crise já cá estava e em Julho, Teixeira dos Santos via “sinais positivos, não só internos como internacionais”. O que aconteceu para tamanha alteração? Será esta a “política de rigor com o necessário controlo da despesa pública” que José Sócrates dizia ir manter?
Agora, de acordo com os mesmos, a previsão para o próximo ano é de 8,3%. Apenas duas questões: Depois disto tudo alguém acredita nisso? Depois disto tudo, alguém acredita nestes senhores?
A DLR (Desenvolvimento Local em Rede) é uma rede que pretende juntar pessoas e instituições ligadas ao terceiro sector. Criada em 1999 por iniciativa dum docente da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Pedro Ferrão), funcionou durante uma década como uma mailling list.
Agora deu um passo em frente nesta Internet 2.0 e criou a sua própria rede social, disponível em http://rededlr.ning.com e contínua aberta à participação de todos aqueles que estejam interessados na temática do desenvolvimento local.
Participem…