[mais imagens no blog do “The Wall Street Journal”]
eventos científicos em agenda
No próximo dia 3 de Fevereiro irei estar, no Porto, no IV Simpósio Nacional "Desafios do Profissional de Serviço Social" a abordar a temática da "Pobreza e Exclusão: Desafios para a Intervenção Social"
Nos dias 11 e 12 de Março, também no Porto, irei debater os "Princípios e Valores do Serviço Social", em mais um seminário da Associação de Investigação e Debate em Serviço Social, este ano sobre "Inovação e Desenvolvimento Social".
uff…
Finalmente com um programa para criação de páginas da Internet no computador, aproveitei para, também finalmente, actualizar a minha página pessoal: http://miguelangelovalerio.no.sapo.pt
da (falta) de saúde…
Confesso que não conheço aprofundadamente a legislação sobre as parcerias público-privadas dos hospitais nacionais, mas sei muito bem o que é um “consentimento informado” (instrumento fundamental da minha profissão.
O que se passou (e passa) no hospital de S. Marcos em Braga, deveria ser motivo mais que suficiente para invalidar quaisquer contratos que existam entre o Estado Português e o Grupo Mello Saúde.
adopção homossexual: a opinião lá fora…
A Ana Mato Pires fez, no Jugular, um apanhado interessante sobre a opinião de muitas associações profissionais da área das ciências humanas e sociais e da área médica, no que respeita à adopção por casais homossexuais.
Fica aqui a opinião da American Association of Social Workers
«The National Association of Social Workers approved the following policy statement at in August 2002 at the NASW Delegate Assembly.
“Legislation legitimizing second-parent adoptions in same-sex households should be supported. Legislation seeking to restrict foster care and adoption by gay, lesbian, bisexual or transgender people should be vigorously opposed.”»
perguntar não ofende…
Se Manuel Alegre acha que o que falta a Portugal é um Presidente da República que deverá ser “uma referência e uma fonte de inspiração”, porque raio é que ele se quer candidatar?
do rigor da comunicação social…
Muitos foram aqueles que, no final do ano transacto, assumiam erradamente o fim de 2009 como o fim de mais uma década da história da humanidade. Erradamente, porque esta década começou em 2001 terminado apenas em 2010.
Motivo simples: nunca existiu um ano “0”.
Mas o Jornal de Notícias consegue ir mais longe. Correctamente termina a década em 2010, mas essa mesma década começou, para o JN em 2000.

Temos assim uma década com 11 anos.
O que virá a seguir?