hulk no benfica?

Segundo informa o Diário de Notícias, existe uma página no site do Sport Lisboa e Benfica que aprensenta, como notícia de última hora, aquela que seria a maior e melhor contratação do Benfica nas últimas dezenas de anos: a contratação de Hulk ao Futebol Clube do Porto.

Será um ataque informático, sem dúvida, mas que muitos benfiquistas gostariam, lá isso gostariam…

 

(http://www.slbenfica.pt/Informacao/Futebol/Noticias/CompraRedPass.asp?Adepto=Hulk)

 

Mas, já agora, substituam o nome do jogador pelo vosso e reparem como fica… Reparem, por exemplo neste…

(http://www.slbenfica.pt/Informacao/Futebol/Noticias/CompraRedPass.asp?Adepto=Cicciolina)

ainda a “monarquia”

Independentemente da forma como possamos classificar a iniciativa do blog "31 da Armada " em hastear a bandeira monárquica na Câmara Municipal de Lisboa (para mim uma iniciativa com bastante humor embora configura claramente um acto punível criminalmente) não deixa de ser verdade o que vem escrito no blog de apoio à candidatura de Santana Lopes:

«[…] o que se passou mostra bem como vai a Câmara Municipal de Lisboa!….Nem sequer conseguem garantir a obrigação permanente de velar pela integridade do histórico edifício público que têm à sua guarda.» [aqui]

jn: crianças maltratadas perdoam agressores

O Jornal de Notícias avança hoje com uma notícia referente a uma tese de mestrado que levanta alguns dados curiosos referentes aos menores em risco.

«As crianças que sofrem de negligência parental não se percepcionam como vítimas e defendem quem as maltrata. Um estudo realizado no Norte de Portugal conclui que a negligência é a forma mais frequente de vitimação.

A investigação conduzida por Patrícia Rodrigues, no âmbito do mestrado em Psiquiatria e Saúde Mental da Faculdade de Medicina do Porto, incidiu numa amostra de 60 crianças, sinalizadas por comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco do Interior norte do país.

O objectivo era perceber o funcionamento da criança negligenciada em contexto escolar e familiar e aceder à percepção que tem sobre a sua própria situação. Para isso, foram realizadas entrevistas aos menores, aos progenitores e aos professores.»

[continuar a ler]

equipas de intervenção em crise nas esquadras

Na sequência dum acontecimento que ontem presenciei (acidente de viação), recordei um post que já anteriormente aqui tinha escrito e o qual renovo:

 

As pessoas que recorrem aos serviços das esquadras da PSP e da GNR são pessoas que, em número elevado, estarão fragilizadas social e psicologicamente. Em muitos casos, foram vítimas de crimes, não estando, os agentes e soldados destas forças, preparados para lidar com as mesmas.

Trago aqui um exemplo (que poderia ser alargado a muitos outros): as situações de vítimas de violência(s) familiar. Pessoas que, quando resolvem apresentar uma denúncia/queixa estão extremamente fragilizadas e, que não encontram ali, pessoas com os conhecimentos e as competências necessárias para uma estabilização e acompanhamento das vítimas.

Talvez fosse interessante, por esse motivos, alargar esta ideia: Promover a constituição de equipas compostas por, para além dos referidos advogados, profissionais das ciências humanas e sociais, com formação na área da criminologia e com competências na intervenção directa com este grupo de pessoas, a funcionar (como sugere Magalhães e Silva) 24 horas por dia.

Esta intervenção não se limitaria, obviamente, às quatro paredes das esquadras, devendo ser possível que estes profissionais, acompanhassem em determinados casos (situações que impliquem violência(s) – violações, raptos, entre outros) acompanharem os profissionais da PSP e da GNR, para uma intervenção em situações de crise. Falo, por exemplo, de pessoas com formação em psicologia, trabalho social, serviço social, entre outros.

 

Não abordarei aqui, o facto de as vitimas do acidente terem estado cerca de 30 minutos à espera da chegada das ambulâncias de socorro, quando o quartel de bombeiros mais próximo fica a 5 minutos… a pé…