Vidas…

Musicalmente falando, ele já morreu várias vezes, mas sempre ressuscitou e cada vez mais forte. 40 anos depois ele continua a ser um fenómeno, apreciado por pessoas dos 8 aos 80, e comemora esta data com um concerto no Campo Pequeno.

O que se segue é a letra de uma das minhas músicas favoritas, de José Cid…

Recortaste a luz da lua
E colaste um papelão,
Escreveste assim: “Sou tua”
E eu fiquei nessa ilusão.

Encontrei-te hoje na rua
E nem me deste atenção.
Afinal qual é a tua
Coração de papelão?

Então Chorei
E até pensei:
“Amar assim para quê?”

Meu bem eu sei
Fingir que chorei.
Sempre quis (sempre quis)
Namorar (namorar)
Com você (sempre quis meu amor namorar com você).

Se essa rua fosse minha
Eu mandava-a ladrilhar
Com o brilho dos teus olhos
Só para o meu amor passar.

Encontrei-te hoje na rua
E nem me deste atenção.
Afinal qual é a tua
Coração de papelão?

Então Chorei
E até pensei:
“Amar assim para quê?”

Meu bem eu sei
Fingir que chorei.
Sempre quis (sempre quis)
Namorar (namorar)
Com você (sempre quis meu amor namorar com você).

Se essa rua fosse minha
Eu mandava-a ladrilhar
Com o brilho dos teus olhos
Só para o meu amor passar.

Encontrei-te hoje na rua
E nem me deste atenção.
Afinal qual é a tua
Coração de papelão?

Coração de papelão

Finalmente…

Diário Digital

Esmeralda Porto, a criança de Torres Noves que vive com o sargento Luís Gomes e a mulher desde os três meses de idade, terá de ser entregue à custódia do pai biológico a 26 de Dezembro, noticia esta terça-feira a SIC. O Tribunal da Relação de Coimbra esclareceu esta terça-feira que o acórdão que proferiu a 26 de Setembro prevê que 90 dias após serem notificados, Luís gomes e a mulher terão de entregar a criança ao pai biológico, Baltazar Nunes.

Lic em Ciências Sociais da UAb

Está a gerar polémica a existência de uma licenciatura em ciências sociais na Universidade Aberta, como podemos ver aqui ou aqui.

 

Pessoalmente, e embora considere que seja necessário uma regulação das licenciaturas em serviço social, considero que andamos a discutir o superficial, deixando-se de parte o mais essencial.

É certo que a lei portuguesa, ao regular o acesso à carreira de técnico superior de serviço social, refere expressamente que apenas podem aceder à mesma os licenciados em serviço social e em política social, mas também não é menos certo que existem outras licenciatura cujo curriculum base está mais de acordo com o serviço social do que a antiga licenciatura em política social do ISCP. Mas isso será discussão para outro espaço e para outro momento.

 

Mas, nesta lógica, não seria mais coerente e favorável para a profissão, a APSS (e profissionais) defenderem um enquadramento jurídico diferente do actual, nomeadamente através da permissão do acesso à carreira aos licenciados em cursos (com outras designações), desde que preencham um conjunto de critérios no seu curriculum académico?

Ou, pelo menos, ser promovida uma reunião, com todas as escolas de serviço social e (permitam-me…) similares, de forma a tentar estruturar, sem conflitos e numa ideia de discussão saudável e de promoção da profissão, um tronco comum às diferentes licenciaturas, e posteriormente (duma forma pacífica) promover a alteração da designação (como aspecto não principal) das licenciaturas.

 

Não poderíamos aproveitar o momento para actualizar (teoricamente, e de acordo com Ander-Egg, 1995) as designações das mesmas e a sua estrutura, nomeadamente através da criação de um livro branco da profissão, como se fez em Espanha na fase pré-Bolonha?

 

No que me diz respeito, e face às responsabilidades que terei que assumir nesta questão… marquem o dia, hora e local… Lá estarei, sob os pressuposto acima referenciados.

Não é motivo de preocupação…

… Vieira da Silva já veio dizer (ForumTSF) que não concorda com estes dados…

Portugal perdeu 167 mil empregos qualificados – DiarioEconomico.com

Desde que o Governo de José Sócrates chegou ao poder, no primeiro trimestre de 2005, foram criados 106 mil empregos, sublinhou o primeiro-ministro na passada sexta-feira, congratulando-se com os números do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos ao terceiro trimestre, divulgados nesse mesmo dia. O Governo socialista tem como meta criar 150 mil empregos até final da legislatura, pelo que o número é, numa primeira leitura, positivo.

Contudo, no mesmo período houve uma destruição de 167 mil postos de trabalho com maiores qualificações – dirigentes e quadros superiores, profissionais intelectuais e científicos e técnicos de nível intermédio. Segundo o INE, eram 1,372 milhões de trabalhadores no primeiro trimestre de 2005, mas recuaram para 1,205 milhões no terceiro trimestre deste ano. Uma quebra de 12%, que fez diminuir este tipo de empregos de 27% para 23% do total.