As “Minhas” Notícias do Dia (06.05.07)

Erradicar a pobreza é acção de cidadania (Jornal de Notícias)

«O problema da pobreza, em Portugal e no Mundo, é hoje uma questão social e moral irrecusável para quem se determina pelos imperativos de consciência humanista e cristã.»

Quase mil pediram ‘cannabis’ legalizada (Diário de Notícias)

«“Tá-se bem, o ambiente tá fixe, ia ficar em casa para quê?” Encostado a um muro, Juca enrola erva numa mortalha enquanto desenrola ideias sobre a liberalização da cannabis e a ajuda que daria ao controlo das contas públicas. “Contribuía para os impostos, o Governo ficava feliz, nós também porque a polícia não nos chateava tanto e a droga era mais barata”. Estudante de Economia de 23 anos, fumou o primeiro charro no 11.º ano. “Mas não comecei logo com o ritmo que tenho hoje”. Hoje, com outro ritmo, fuma quando lhe apetece, mas isso não quer dizer que lhe apeteça sempre. “É como em tudo na vida, o que é preciso é ter cabecinha.”»

As “Minhas” Notícias do Dia (05.05.07)

Cadeias devem tratar pedófilos (Portugal Diário)

«O criminalista Barra da Costa defendeu hoje, em Coimbra, que o Estado devia procurar soluções para tratar a conduta dos reclusos de crimes sexuais, prevenindo futuras reincidências quando estes saírem da prisão, noticia a Lusa.»

«Repor a verdade sobre a cannabis» (Portugal Diário)

«A manifestação realizada hoje em 200 cidades no mundo a defender a legalização de todas as utilizações da cannabis reuniu em Lisboa 500 apoiantes, segundo fonte da PSP, ou mil, na opinião da organização do evento.»

As “Minhas” Notícias do (04.05.07)

25 dias no hospital com cocaína no corpo (Portugal Diário)

«Um «correio» de droga detido em Abril no Aeroporto Sá Carneiro esteve 25 dias no Hospital S. João, no Porto, com 67 «ovos» de cocaína no corpo, que só expeliu quinta-feira, anunciou esta sexta-feira a Polícia Judiciária (PJ), noticia a Lusa.»

Portugal tem haxixe mais barato da UE (Diário de Notícias)

«Nunca a cannabis foi tão barata. De 1999 a 2004, o preço médio baixou 19%. A certeza é que a liberalização da substância mudaria, e muito, o mercado. A dúvida é “em que direcção”. Chloé Carpentier, especialista do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência, explica que “a qualidade e o controlo da produção aumentariam, assim como a homogeneização do produto à venda nos diferentes países”. Contudo, “não é claro” o efeito sobre o custo.»

E ao ver-te… Lisboa, Oeiras…

Nesta telenovela sobre a Câmara Municipal de Lisboa, fica patente, pelo menos, a coerência de Marques Mendes. Pode criticar-se por diversos motivos, mas de falta de coerência… isso não…

Por falar em coerência, o PS que tanto defendeu (defende…) eleições intercalares para Lisboa, ainda não tem opinião definida para a Câmara Municipal de Oeiras, onde o problema é (pelo menos) idêntico.

Não seria coerente, defender o mesmo para Oeiras?