lembram-se de santana, na campanha das últimas legislativas?

… seja ou não verdade o que aqui se diz…

«O PSD reagiu à sondagem publicada hoje pela SIC, pelo “Expresso" e pela Rádio Renascença onde os social-democratas voltam a descer, conquistando apenas 29,1 por cento das intenções de voto e onde a líder do partido, Manuela Ferreira Leite, perde 3,9 por cento de popularidade. De acordo um comunicado assinado pelo deputado Agostinho Branquinho e intitulado “A verdade e a falta de decência” a “manipulação dos estudos de opinião em momentos prévios a actos eleitorais é, infelizmente, uma prática muito comum, no nosso país” [aqui

passado presente (i)

O teu baton

Teve esse dom de saber assim

O teu baton

Água na boca, chamou por mim.

O teu baton

Teve esse tom de canção de amor

O teu baton

Deixou na roupa o teu sabor.

Só eu sei, ainda é bom lembrar

Só eu sei, ainda é bom sonhar

Já nem sei, será bom acordar?

Pois guardei a cor do gosto bom

Do teu baton.

O teu baton

Brilhou num som tão à Tom Jobim

O teu baton

Foi água, mel, foi cor de carmim.

O teu baton

Foi um bombom, coração, licor

O teu baton

Deixou na pele o teu calor.

Só eu sei, ainda é bom lembrar

Só eu sei, ainda é bom sonhar

Já nem sei, será bom acordar?

Pois guardei a cor do gosto bom

Do teu baton.

 

Letra: António Pinho; Música: Tozé Brito; Interpretação: Herman José

na cidade dos arcebispos

Está a decorrer entre hoje e o próximo sábado, na Universidade do Minho, em Braga, o X Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Ciências Sociais.

Amanhã e sexta-feira, por lá andarei para falar sobre a "leiturabilidade nos prospectos de promoção turística" (um trabalho conjunto do grupo de docentes da ESDSC-ISPGaya), apresentando um novo modelo de explicação do sentimento de insegurança" e com um poster sobre indicadores de saúde em Moçambique (em co-autoria com a Dr.ª Ana Patrão e o Prof. Doutor Vasconcelos Raposo)

coerência (ou a falta dela)

Cavaco Silva vetou a lei que previa o fim do voto por correspondência nas eleições legislativas dos emigrantes portugueses. Isto, segundo o mesmo, porque poria em causa a possibilidade efectiva destes participarem nas eleições. A esta opinião associam-se PSD e CDS. Ao contrário do sucedido com a Estatuto Político-Administrativo dos Açores, e independentemente da decisão que o PS tome, é impossível, sem os votos dos partidos de direita, a confirmação da proposta de lei.

Espera-se aqui, como em todo o discurso político, coerência. Deveriam assim, PSD e/ou CDS, apresentar uma proposta de lei com o fim da proibição do voto por correspondência nas eleições presidenciais e europeias. Veremos quem avança… ou quem não o faz.