Há uns meses, foi o destaque dado a um cartaz afixado no Marquês de Pombal. Se ninguém lhe tivesse atribuído a projecção que não merecia, o cartaz continuaria a ter a inutilidade e irresponsabilidade que transmite: contra a imigração e pelo nacionalismo.
Desta feita, dá voz a alguém que pelos vistos parece desconhecer a construção do nosso país, como se a influência árabe, como outras, não fizesse parte do código genético lusitano, sem esquecer a já batida lengalenga contra os imigrantes. Aqui a incongruência alcança níveis elevados de irresponsabilidade, pois esquecem-se os milhões de emigrantes portugueses espalhados pelo mundo.
Quem na direcção do jornal referência da Avenida da Liberdade permite protagonismo a quem não assume, e felizmente não tem, responsabilidades políticas no País, devia ter mais atenção pela sua função pública, de informar, não de propagandear demagogia e xenofobia.
Nota Pessoal
Os posts entitulados “Espaço Informativo” que escrevo neste blog têm como objectivo o estabelecimento de ligação para as notícias que diariamente surgem nos nossos órgãos de comunicação social e que estejam relacionadas com a minha área de formação.
Não reflecte assim, obviamente, a minha opinião sobre os assuntos que essas mesmas notícias apresentam, seja qual for a temática aí presente. Poderei, caso ache pertinente (como é aliás um dos objectivos dos blogs), exprimir a minha opinião sobre as mesmas, sendo que essas “reacções pessoais” surgirão, sempre, num post posterior…
Escrevo esta nota, na sequência de uma notícia que referi neste post, com a designação (dada pelo órgão de comunicação responsável pela mesma) “Imigração é maior ameaça à Europa desde as invasões árabes.
Memória

Orfeu rebelde, canto como sou:
Canto como um possesso
Que na casca do tempo, a canivete,
Gravasse a fúria de cada momento;
Canto, a ver se o meu canto compromete
A eternidade no meu sofrimento.
Outros, felizes, sejam rouxinóis…
Eu ergo a voz assim, num desafio:
Que o céu e a terra, pedras conjugadas
Do moinho cruel que me tritura,
Saibam que há gritos como há nortadas,
Violências famintas de ternura.
Bicho instintivo que adivinha a morte
No corpo dum poeta que a recusa,
Canto como quem usa
Os versos em legitima defesa.
Canto, sem perguntar à Musa
Se o canto é de terror ou de beleza.
EM 12 DE AGOSTO DE 1907. NASCIA A “MEIA DÚZIA DE PASSOS” DO LOCAL ONDE ESCREVO, ADOLFO CORREIA DA ROCHA.
TINHA “TUDO” PARA SER UM ILUSTRE DESCONHECIDO, NÃO FOSSE A SUA FORMA DE VER, SENTIR E PENSAR A SUA TERRA E O SEU MUNDO. E A SUA CAPACIDADE DE COLOCAR ESSES MESMOS SENTIMENTOS EM PROSA E POESIA.
DISSE UM DIA, QUE O HOMEM NASCE, VIVE E MORRE SÓ. MAS ELE NUNCA ESTARÁ SOZINHO, AS SUAS PALAVRAS ESCRITAS FAZEM PARTE DA VIDA DE UM PAÍS E DE UM POVO, QUE SE ORGULHA EM TER SIDO O SEU BERÇO.
MIGUEL TORGA FARIA HOJE 100 ANOS DE IDADE…
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Hoje é dia da Sr.ª da Graça…
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TSF
[11/08/07 às 21:00 – novas notícias]
Venha o Terceiro…
Porque hoje é dia de jogo grande… joga o Futebol Clube do Porto contra outra equipa… neste caso o Sporting… fica o desejo que venha para o norte mais uma Supertaça Cândido de Oliveira. Aquele que será o terceiro, de mais alguns, desta época para o campeão…
Pelo menos, já serviu para que isto deixasse de acontecer… do mal o menos…
Que seja um bom jogo… e que ganhe o melhor, e que esse seja o de azul.

