As “Minhas” Notícias do Dia (18.02.07)

Estado admite falhas no caso de Monção (Jornal de Notícias)

«O director da Segurança Social de Viana do Castelo admitiu ontem que houve “falhas” do sistema de protecção de menores no caso da criança de dois anos que morreu em Dezembro em Monção, alegadamente vítima de maus-tratos. “A verdade é que se perdeu o rasto dessa criança, quando ela saiu de Viseu e foi viver com os pais para Monção”, disse à Lusa António Correia.»


Preços limitados para a educação especial (Jornal de Notícias)

«O Governo fixou o valor máximo das mensalidades cobradas pelos estabelecimentos de ensino especial – destinados a crianças, jovens e adultos portadores de deficiência ou incapacidade física ou mental – , com fins lucrativos, ou seja, os colégios que são tutelados pelo Ministério da Educação.»

PCP quer punir empresas que enganam imigrantes (PortugalDiário)

«O PCP exigiu este domingo que o governo fiscalize e puna as actividades das empresas que contratam portugueses para trabalharem na Europa «prometendo-lhes mundos e fundos» mas deixando-os frequentemente sem salários e em condições precárias nos países de acolhimento, refere a Lusa.»


Juventude Socialista recua nos casamentos “gay” (Diário de Notícias)

«O secretário-geral da Juventude Socialista (JS), Pedro Nuno Santos, esclareceu ontem que ainda “não há prazo definido” para a apresentação do anteprojecto tendo em vista a legalização do casamento entre homossexuais.»

As “Minhas” Notícias do Dia (17.02.07)

JS discute ante-projecto de lei sobre casamento entre homossexuais (Público)

«O secretariado da Juventude Socialista (JS), Pedro Nuno Santos, discute hoje, em Aveiro, a possibilidade de apresentar na Assembleia da República um ante-projecto para legalizar o casamento entre homossexuais.»


Imigrante ilegal ganha processo contra o patrão (Diário de Notícias)

«Constantin Puiu Andriesanu é um romeno que, desde 2005, vive um caso insólito de litígio judicial com um empreiteiro de São Miguel: apesar de se encontrar ilegal no país, recorreu aos tribunais para dirimir um conflito com o seu empregador. E o Tribunal do Trabalho de Ponta Delgada deu-lhe razão em Setembro, obrigando uma empresa de construção civil micaelense a pagar-lhe mais de três mil euros relativos a subsídios de férias e de Natal que não auferiu no passado.»

Irregulares não se queixam com medo de expulsão (Diário de Notícias)

«Confrontados com a sentença de Ponta Delgada [ver notícia anterior], os sindicatos portugueses são unânimes nos elogios ao imigrante Constantin Andriesanu e à decisão a seu favor do colectivo de juízes do Tribunal de Trabalho, considerando esta uma “sentença inédita”. Contudo, quem trabalha com a população estrangeira conhece uma dezena de condenações de patrões por incumprimento dos seus deveres laborais para com ilegais.»

A (falta de) leitura(s)

«Num inquérito alargado que envolveu uma amostra plural de 2851 (perto de 15 %) dos alunos da Universidade de Coimbra, cerca de 18,3% dos inquiridos revelou jamais ler livros. Destes, 7,3% petencem à minha área (Artes e Letras), 10,9% ao Direito e 13% às Ciências Sociais, que estão num dos extremos da escala. No outro, quase 48% de Desporto e ao redor de 40% dos alunos das diversas Engenharias afirmaram jamais pegarem em objectos de tal natureza.»

In: A Tercera Noite


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É um facto, verdadeiramente, preocupante, embora não seja nada que me admire.

Contudo, não posso deixar de lançar um alerta que poderá, em algumas situação, explicar uma parte do problema. Ou seja, o preço elevado a que diversos livros se encontram pode, claramente, ser um factor de afastamento da leitura…

As “Minhas” Notícias do Dia (16.02.07)

Vítimas da Casa Pia sem advogado pela terceira vez (Sol)

«O advogado José António Ribeiro confirmou ao SOL que já não lidera a equipa que representa os alunos da instituição no julgamento que decorre no tribunal de Monsanto. É a terceira vez que um advogado abandona os jovens alegadamente abusados»


Xenofobia contra portugueses na Galiza (PortugalDiário)

«Os baixos salários auferidos pelos portugueses que trabalham na construção civil na Galiza, a maior parte em situação ilegal e a viver em condições desumanas, estão a gerar um crescente sentimento de xenofobia que preocupa as autoridades. A falta de trabalho em Portugal está a provocar um aumento da migração para esta região espanhola, especialmente para o sector da construção civil, onde milhares de portugueses trabalham em situação ilegal e vivem em condições desumanas.»

Cuidado…

«O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) determinou hoje que uma médica quebre o
sigilo profissional e preste as informações pedidas pelo Tribunal de Torres
Vedras num caso que envolve uma alegada prostituta supostamente contaminada com
SIDA.
»
(Jornal de Notícias)

Está neste momento aberto um precedente extremamente grave para todas as profissões que lidam directamente com pessoas. Pela primeira vez, um tribunal superior, obrigou uma profissional (neste caso da área da medicina) a quebrar o sigilo profissional, para apresentar informações concretas de uma das suas clientes.

É um aspecto que nos deve preocupar, não apenas aos profissionais do trabalho social, mas a todos aqueles que lidam directamente com pessoas na sua actividade profissional.

É um assunto que deveriamos debater.

Qual é a vossa opinião?