[descaradamente roubado ao grupo "No dia 27, vamos todos correr com o Sócrates?" do Facebook]
[publicado originalmente no pátio das arrochadas]
Social Worker, Consultancy & Training
[descaradamente roubado ao grupo "No dia 27, vamos todos correr com o Sócrates?" do Facebook]
[publicado originalmente no pátio das arrochadas]
Muitos são as temáticas que estão a ser debatidas ao longo desta pré-campanha para as eleições legislativas. Contudo, ninguém parece lembrar-se de algo que irá ocorrer nesta legislativa e que poderá assumir uma elevada relevância. Falo da revisão constitucional, que todos os partidos parecem ter esquecido.
O que propõem os partidos? Que alterações deverão existir?
Não é muito habitual concordar com o Bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, nem com a sua forma de estar na praça pública, mas o que hoje afirmou no fórum ‘Imigração Vs. Criminalidade – Políticas de Segurança’ vai totalmente de encontro ao que defendo.
Tem razão quando afirma que não é através da alteração do quadro penal, e nomeadamente pelo agravamento das penas que se poderá combater a criminalidade em Portugal (e em outros locais). Aliás, para quem conhecer minimamente a evolução histórica e teórica da criminologia, saberá que isso não faz sentido, ao contrário do que muitos políticos da "nossa praça" gostam de afirmar.
Outro aspecto que Marinho Pinto refere é o aproveitamento político da ideia de "sentimento de insegurança" pelos partidos. Também aqui muito se fala e pouco se diz. É que ao contrário do que muitos julgam (e dizem) o aumento do crime, por exemplo, não contribui para o aumento do sentimento de insegurança, ou pelo menos não o faz em maior escala do que a influência que os media exercem sobre o mesmo.
É que o sentimento de insegurança não é algo completamente racional, mas sim uma resposta emocional expressa em comportamentos de defesa.
«Quinta-feira o "caso TVI/Manuela Moura Guedes" será falado no Parlamento. Falado – mas não discutido. A solução de síntese entre as pretensões do PS e da oposição implicará que todos poderão falar do que quiserem. Mas ninguém poderá interpelar ninguém. A "discussão" será assim marcada por seis monólogos seguidos.»
Já lá vão uns tempos em que participei num blog colectivo que, modéstia à parte, era bastante interessante: O Arrochadas.
Foram bons tempos que, se espera, estejam agora de volta. Numa nova casa, como novas pessoas e a mesma filosofia…
«o PS já pediu desculpa a Carlos Pimenta e explicou este incidente, garantindo que o erro é da exclusiva responsabilidade da empresa que produziu os vídeos.»
Ou ocorreram mudanças desconhecidas nos partidos da direita em Portugal (que só o Diário de Notícias tenha conhecimento) ou não consigo mesmo entender esta junção entre foto e noticia que está em destaque na página online do DN.
Alguém quer explicar?