1, 2, 3, vou nascer outra vez…

Já tinha dado um novo pontapé de partida, mas não funcionou. Agora, e depois de preparadas e apresentadas um conjunto de comunicações em congresso (ontem no IV Congresso Nacional de Criminologia e amanhã no seminário Combater a Reprodução Intergeracional da Pobreza e da Exclusão Social: que intervenções?") tudo deverá voltar ao normal.

Será tempo de actualizar a página, voltar a dar atenção ao blog e a um conjunto de projectos que ficaram algo parados.

motivos simples para o não à pena capital…

«Paul House devia estar morto há mais de vinte anos. Em 1986, um juiz condenou-o pela violação e assassínio de uma mulher e decretou, como sentença, a pena capital. Desde então, este americano arrastou-se pelo corredor da morte à velocidade que o seu caso andou nos tribunais de recurso. Até que na terça-feira, a um mês da derradeira data para a sua execução, House foi declarado inocente.» [aqui]

por falar em resultados de futebol…

… um pouco de serviço público, aqui, no Expresso.

«Numa boa partida de futebol há golos. Às vezes muitos. As equipas querem ganhar o jogo, despir a camisola, suar, gritar alto e levar a taça. Alguns jogos ficaram para a história mesmo quando o resultado foi um empate, mas com satisfação para ambas as partes. O mesmo se passa na cama. No jogo dos lençóis todos querem ganhar. O orgasmo é a taça, o ponto sublime, e poucas vezes a equipa chega ao empate. Há vitórias, derrotas, cartões amarelos e até expulsões. O que todos querem é ter muitos e memoráveis golos.»