Um aspecto interessante e que ainda ninguém comentou (embora as declarações – contudo mais radicais – de João Paulo Malta viesse nesse sentido), foi a proposta (também ela interessante) de Marcelo Rebelo de Sousa para a criação, por parte dos movimentos do não, de observatório que avalie a criação e funcionamento da nova lei.
Referendo – Em Directo (viii)
COMPARATIVOS…O “sim” subiu em todos os distritos do país, sendo que o “não” perdeu em três distritos (Castelo Branco, Leiria e Porto) que havia vencido em 1998…
Referendo – Em Directo (vii)
AINDA O MAU PERDER DO NÃO
Via abrupto, vejo que num dos blogs do não se escreve que “Venceu a cultura da morte! 11 de Setembro, 11 de Março, 11 de Fevereiro. Datas manchadas pela morte!“João Paulo Malta, da “Plataforma Não Obrigada”, faz uma declaração final ridícula e de uma desonestidade intelectual profunda. Refere que o referendo não foi vinculativo e que o povo português não se pronunciou de uma forma clara…
Onde é que ele estava em 1998… porque não referiu esse aspecto na altura
…
ENFIM…
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Os seus a seus donos
[actualização]
Quem referiu a frase anterior, foi a sempre correcta e serena Mafalda, do “blogue do não“
Referendo – Em Directo (vi)
A comunicação de José Sócrates foi uma comunicação simples, calma e razoável…Referiu a obrigatoriedade de a lei contemplar um período de reflexão e que a mesma deveria ir buscar às leis de outros países europeus as boas práticas, que conduziram com sucesso, à diminuição do aborto clandestino.
Contudo, não concordo que, como refere o mesmo, haja tempo para fazer a regulamentação da lei. A regulamentação da lei é urgente e necessária…
Referendo – Em Directo (v)
Infelizmente, alguns comentários que vão surgindo demonstram, acima de tudo, um mau perder.Matilde Sousa Franco refere que esta voltação é um “retrocesso civilizacional“.
Rui Castro, no blogue do não, já diz que “Independentemente do resultado uma coisa parece certa: daqui a 8 anos temos novo referendo.“
Referendo – Em Directo (iv)
AS INTERVENÇÕES INICIAIS…Intervenções serenas e democráticas.
Só não entendi a intervenção da “Plataforma Não, Obrigada”. É que parecia que o não tinha saído vitorioso neste referendo…